Hospital de Câncer de Barretos


Excelência em oncologia, o Hospital registra 3,5 mil atendimentos/dia, 100% SUS. Acolhe pacientes de todo o Brasil, com profissionalismo e humanização, o grande diferencial da instituição. Em 2000, foi escolhido pelo Ministério da Saúde como o melhor hospital público do país e em 2007 foi certificado em proficiência pelo ONA (Organização Nacional de Acreditação Hospitalar). O hospital fechou o ano de 2010 com 484.269 atendimentos realizados a 50.865 pacientes vindos de 1.372 municípios de todos os 27 estados do país - um recorde de cobertura.

Além disso, reúne 250 médicos e mais de 2,5 mil funcionários. Mantém, ainda, 13 alojamentos oferecidos gratuitamente a pacientes e acompanhantes de doentes, com 650 lugares.

HISTÓRICO

Na década de 60, o único hospital especializado para tratamento de câncer situava-se na capital do estado de São Paulo. Os pacientes que apareciam no Hospital São Judas de Barretos com a doença, eram, em sua maioria, previdenciários de baixa renda e com alto índice de analfabetismo. Por isso, tinham uma série de dificuldades de buscar tratamento na capital: falta de recursos, receio das grandes cidades e a própria imprevisibilidade de vaga para internação.

Em 27 de novembro de 1967, foi instituída a Fundação Pio XII e, conforme memorando 234, de 21 de maio de 1968, assinado pelo Dr. Décio Pacheco Pedroso, diretor do INPS, passou a atender pacientes portadores de câncer.

Este pequeno Hospital contava com apenas quatro médicos: Dr. Paulo Prata, Dra. Scylla Duarte Prata, Dr. Miguel Gonçalves e Dr. Domingos Boldrini. Eles trabalhavam em tempo integral, dedicação exclusiva, caixa único e tratamento personalizado. Filosofia de trabalho que promoveu o crescimento da Instituição.

A grande demanda de pacientes gerou a necessidade de uma expansão, mas a área referente ao pequeno hospital, não comportava esse crescimento. Devido a este fator, o Dr. Paulo Prata, idealizador e fundador do hospital, recebeu a doação de uma área da periferia da cidade e propôs a construção de um novo Hospital que pudesse responder às crescentes necessidades.

No ano de 1989, Henrique Prata, filho do casal de médicos fundadores do hospital, abraçou a idéia do pai e, com a ajuda de fazendeiros da cidade e da região, construiu mais uma parte do projeto: o pavilhão Antenor Duarte Villela, onde funciona o ambulatório do novo hospital, foi inaugurado em 6 de dezembro de 1991.

Dando seqüência a esse novo projeto, o hospital ganhou grandes proporções devido à ajuda da comunidade, de artistas, da iniciativa privada, projetos e com a participação financeira governamental.

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